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a) Microbiologia do trato respiratório. Existe predisposição para
colonização e infecção por Pseudomonas
aeruginosa, principalmente quando for forma mucóide.
b)
Pesquisar a presença de bronquectasias (Raios-X de tórax e
tomografia computadorizada de alta resolução de tórax).
c) Avaliação dos seios paranasais. A presença de polipose nasal, a
presença de bactérias como Pseudomonas
aeruginosa e alterações na radiografia e tomografia dos seios
paranasais (hipoplasia do seio frontal e etmoidal, desmineralização do
processo uncinado, desvio medial bilateral da parede lateral da cavidade
nasal, mucocele). Esses achados raramente são encontrados em crianças e
sua presença tende a ser patognomônico de FC.
d) Avaliação da função pancreática exócrina. Não
há um teste ideal. O melhor consiste em estimular o pâncreas, coletar
a secreção pancreática via entubação duodenal e análise das enzimas (lipases,
colipases). No entanto é invasivo, caro e difícil de realizar. Como
alternativa, testes não invasivos são disponíveis. O mais sensível e
específico (ELISA – Elastase pancreática-1). A coleta de fezes por 72
horas, para avaliação do coeficiente de absorção de gordura, é outra
forma de avaliar a função pancreática exócrina.
e) Avaliação do trato genital masculino. Azoospermia obstrutiva é
encontrada em 98-99% dos pacientes com FC. A maioria ocorre por agenesia
congênita bilateral do ducto deferente.
f) Excluir outros diagnósticos como: discinesia ciliar, imunodeficiência,
alergia e infecção.
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